- Efeito foto elétrico - Processo no qual ocorre com raios x de baixa energia. Nesse caso, a radiação perde toda sua energia e o elétron é expelido do átomo.
- Efeito compton - Ocorre com os raios x de alta energia. Nesse processo, a radiação perde parte de sua energia, mudando de direção, expelindo o elétron do átomo.
- Kv - Aplica-se entre o catodo e o anodo, dar-se pelo poder de penetração (Velocidade).
- mA - Afeta a corrente que chega ao cátodo, controlando a quantidade de radiação que é produzida, dar-se pela densidade.
- DFF - Distância foco filme.
- DOF/DFO - Distância do objeto que irá ser radiografado em relação ao filme.
- Catodo - Região de onde saem os elétrons, possui carga negativa. Sua composição é por filamentos de tungstênio, possuindo alto ponto de fusão (Temperatura necessária para passar do estado sólido para o estado liquido), é lá que encontramos o foco fino e o foco grosso.
- Anodo - Região onde os elétrons se colidem, possuindo carga elétrica positiva, existindo 2 tipos: O fixo, que é utilizados em modalidades que utilizam tensões baixas (mamografia, radiologia odontológica...). O anodo rotatório é utilizado em modalidades em que se utiliza altas tensões (tomografia computadorizada, densitometria óssea, radioterapia...).
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sexta-feira, 29 de julho de 2016
Conceitos básico
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Efeito Anódico
Como já havia dito, o blog é para aqueles que buscam o rápido e fácil conhecimento, sem muitas delongas.
O efeito anódico é um processo que ocorre durante a produção dos Raios X, acontecendo no interior dos aparelhos. Sua causa vem de uma variação de energia emitida pelo anodo e que atinja a película do lado do catodo com uma maior intensidade.O efeito anódico também pode ser considerado uma vantagens para radiografar algumas regiões específicas, como o abdome e o tórax.Quando posiciona-se o paciente, voltado com a cabeça para o lado do anodo, ou seja, a região com maior intensidade, o catodo é voltado para a área mais espessa, melhorando a qualidade da imagem.
Radiação de Bremsstrahlung (Freamento)
A expressão "bremsstrahlung" é originário da palavra alemã "parar" ou "frear", daí surge o nome, radiação de freamento. Basicamente ocorre quando elétrons originados no catodo vão em direção ao anodo e sofrem uma queda na velocidade (desaceleração). A partir do momento que o elétron sofre essa queda na velocidade é quando libera energia (Raio X).
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| Energia do E1 é maior do que a energia do E2, provando que houve uma desaceleração do elétron. |
Radiação Característica
Olá, gente! Tentarei explicar sobre radiação característica de um jeito simples de entender, estive pesquisando e vi que o material era meio confuso e complexo, então irei abordar de uma maneira resumida e de fácil entendimento, espero que gostem.
Fenômeno no qual ocorre, quando os elétrons organizados no catodo interagem com os elétrons do anodo, na sua camada mais interna (K).
Fenômeno no qual ocorre, quando os elétrons organizados no catodo interagem com os elétrons do anodo, na sua camada mais interna (K).
Nesse processo, o elétron do alvo é expelido, deixando um vazio, que logo será ocupado por um elétron da camada superior ou camada mais externa.
Quando o elétron "desce" para ocupar o espaço vazio deixado pelo que foi expelido, ele libera energia em forma de raio X.
Tubo de Crookes
Em uma ampola de vidro, William Crookes submeteu um gás a pressão ambiente e a altas tensões, por meio de duas placas metálicas localizadas no fundo e na frente da ampola, cada qual carregada com cargas diferentes. Quando a diferença de potencial entre as placas era suficientemente grande, os elétrons saiam do cátodo (placa carregada negativamente), colidiam com moléculas do gás, ocorrendo a sua ionização e/ou liberação de luz devido às transições eletrônicas dos átomos do gás, iluminando assim, toda a ampola.
O tubo de vidro é evacuado a uma pressão de ar, de cerca de 100 Pascais; lembre-se que a pressão atmosférica é 1,01*10^5 Pascais. O ânodo é um alvo metálico grosso, é assim feito a fim de dissipar rapidamente a energia térmica que resulta do bombardeamento com os raios catódicos.
Uma tensão alta, entre 30 a 150 kV, é aplicada entre os elétrodos; isso induz uma ionização do ar residual e, assim, um feixe de electrões do cátodo ao ânodo surge. Quando esses electrões acertam o alvo, eles são desacelerados, produzindo os raios-X.
Um Tubo de Raio-X mais Detalhado apresenta dois tipos de Raios-X.
O efeito de geração dos fotões de raios-X é geralmente chamado efeito Bremsstrahlung, uma contração do alemão "brems" para a travagem e "strahlung" para a radiação.
A energia de radiação de um tubo de raio-X consiste de energias discretas que constituem um espectro de linha e um espectro contínuo fornecendo o fundo o espectro de linha.
Os electrões incidentes podem interagir com os átomos do alvo de várias maneiras.
A partir desses experimentos, Joseph John Thomson observou que tal fenômeno é independente do gás e do metal utilizado nos eletrodos (placas metálicas).
Concluiu, então, que os raios catódicos podem ser gerados a partir de qualquer elemento químico. Devido a essa conclusão, Thomson pôde, posteriormente, atestar a existência do elétron.
O tubo de vidro é evacuado a uma pressão de ar, de cerca de 100 Pascais; lembre-se que a pressão atmosférica é 1,01*10^5 Pascais. O ânodo é um alvo metálico grosso, é assim feito a fim de dissipar rapidamente a energia térmica que resulta do bombardeamento com os raios catódicos.
Uma tensão alta, entre 30 a 150 kV, é aplicada entre os elétrodos; isso induz uma ionização do ar residual e, assim, um feixe de electrões do cátodo ao ânodo surge. Quando esses electrões acertam o alvo, eles são desacelerados, produzindo os raios-X.
Um Tubo de Raio-X mais Detalhado apresenta dois tipos de Raios-X.
O efeito de geração dos fotões de raios-X é geralmente chamado efeito Bremsstrahlung, uma contração do alemão "brems" para a travagem e "strahlung" para a radiação.
A energia de radiação de um tubo de raio-X consiste de energias discretas que constituem um espectro de linha e um espectro contínuo fornecendo o fundo o espectro de linha.
Os electrões incidentes podem interagir com os átomos do alvo de várias maneiras.
A partir desses experimentos, Joseph John Thomson observou que tal fenômeno é independente do gás e do metal utilizado nos eletrodos (placas metálicas).
Concluiu, então, que os raios catódicos podem ser gerados a partir de qualquer elemento químico. Devido a essa conclusão, Thomson pôde, posteriormente, atestar a existência do elétron.
Fonte: Winkipédia
Descoberta dos raios X
Foi o físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen (1845-1923) quem detectou pela primeira vez os raios X, que foram assim chamados devido ao desconhecimento, por parte da comunidade científica da época, a respeito da natureza dessa radiação. A descoberta ocorreu quando Conrad estudava o fenômeno da luminescência produzida por raios catódicos num tudo de Crookes. Todo o aparato foi envolvido por uma caixa com um filme negro em seu interior e guardado numa câmara escura. Próximo à caixa, havia um pedaço de papel recoberto de platinocianeto de bário.
O físico percebeu que quando fornecia energia cinética aos elétrons do tubo, estes emitiam uma radiação que marcava a chapa fotográfica. Intrigado, resolveu colocar entre o tubo de raios catódicos e o papel fotográfico alguns corpos opacos à luz visível. Desta forma, observou que vários materiais opacos à luz diminuíam, mas não eliminavam a chegada desta estranha radiação até a placa de platinocianeto de bário. Isto indicava que a radiação possui alto poder de penetração. Após exaustivas experiências com objetos inanimados, Röntgen pediu à sua esposa que posicionasse sua mão entre o dispositivo e o papel fotográfico.
O resultado foi uma foto que revelou a estrutura óssea interna da mão humana. Essa foi a primeira radiografia, nome dado pelo cientista à sua descoberta em 8 de novembro de 1895. Posteriormente à descoberta do novo tipo de radiação, cientistas perceberam que esta causava vermelhidão da pele, ulcerações e empolamento para quem se expusesse sem nenhum tipo de proteção. Em casos mais graves, poderia causar sérias lesões cancerígenas, necrose e leucemia, e então à morte.
Fonte: Winkipédia
O físico percebeu que quando fornecia energia cinética aos elétrons do tubo, estes emitiam uma radiação que marcava a chapa fotográfica. Intrigado, resolveu colocar entre o tubo de raios catódicos e o papel fotográfico alguns corpos opacos à luz visível. Desta forma, observou que vários materiais opacos à luz diminuíam, mas não eliminavam a chegada desta estranha radiação até a placa de platinocianeto de bário. Isto indicava que a radiação possui alto poder de penetração. Após exaustivas experiências com objetos inanimados, Röntgen pediu à sua esposa que posicionasse sua mão entre o dispositivo e o papel fotográfico.
O resultado foi uma foto que revelou a estrutura óssea interna da mão humana. Essa foi a primeira radiografia, nome dado pelo cientista à sua descoberta em 8 de novembro de 1895. Posteriormente à descoberta do novo tipo de radiação, cientistas perceberam que esta causava vermelhidão da pele, ulcerações e empolamento para quem se expusesse sem nenhum tipo de proteção. Em casos mais graves, poderia causar sérias lesões cancerígenas, necrose e leucemia, e então à morte.
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| 1º radiografia |
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